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Ago 09

Fazias de conta que eras a minha alma e desaparecias por mim adentro, enquanto eu doava a minha vida ao cadáver que me deixavas nos braços. Amei-te talvez um pouco menos do que merecia amar-te, mas amei-te as sombras, amei-te os ossos, e amei os beijos de pedra que selaram o encontro entre as nossas duas mortes.

publicado por nanferdinan às 00:00

Adorei todas as palavras que escreveu. O seu sentimento consegue trespassar tão fluidamente nas suas frases. Contínue.
E espero que não se importe das minhas futuras visitas habituais.
Marta Gil a 24 de Setembro de 2009 às 22:00

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